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O SP3- PRODER nas TERRAS DO SOUSA encontra-se concluído!

Terminou a 31 de Dezembro de 2015 o Sub-Programa 3 do ProDeR nas Terras do Sousa. Abaixo temos um breve resumo da execução financeira das Medidas 3.1 e 3.2, no entanto, poderá analisar todo o Sub-Programa pela leitura do Relatório Final.


 
 

EXECUÇÃO FINANCEIRA DAS MEDIDAS 3.1 E 3.2
 
 


No SP3-Proder das Terras do Sousa foram cabimentados que nas Medidas 3.1 e 3.2 8.452.453,64 € de dotação, relativos a um investimento elegível de 13.976.536,85 €. Comparando ao previsto na ELD inicial verificamos que a dotação teve um acréscimo de 1.303.543,61 €, ou seja, +18%, resultante da capacidade empreendedora do território. No entanto, o investimento global teve uma redução de 1.147.383,18 € relativamente ao previsto na ELD inicial, ou seja, -8%. A justificação para esta redução prende-se com a perspetiva de reduzir as taxas de comparticipação na Medida 3.1 (para uma média de 40%) aquando da elaboração da ELD, pois considerávamos que deveria haver um esforço superior por parte dos beneficiários. No entanto, com a verificação da crise internacional a que foi também sujeito Portugal, e à dificuldade dos beneficiários em recorrerem à banca, considerou-se necessário aplicar as taxas de comparticipação previstas e permitidas pelos regulamentos (40%, 50% e 60%), o que veio a implicar numa redução do esforço financeiro, e consequentemente do investimento, por parte dos beneficiários.

Nos quadros seguintes são comparadas a ELD inicial e a ELD final, ou seja, após atribuição da reserva de eficiência e overbooking final. Como podemos observar houve um forte acréscimo de investimento e dotação nas ações 3.1.2 e 3.2.2, +74,7% e +110,6%, respetivamente, e pouco significativa na ação 3.2.1 (+8%). Por outro lado as ações 3.1.1 e 3.1.3 sofreram grandes reduções (-65,9% e -54,2%, respetivamente). Se atentarmos à dotação, verificamos que as ações 3.1.2 e 3.2.1 tiveram um acréscimo de 200% e 76%, respetivamente, enquanto a ação 3.2.1 o acréscimo foi de apenas 7%. Por outro lado, as reduções nas ações 3.1.1 e 3.1.3 foram de -60% e -33%, respetivamente. Ou seja, no global verificamos que apesar de ter havido um grande acréscimo na dotação atribuída (+37%) o investimento total apenas subiu 2,7%, resultado de uma grande diminuição da despesa privada (-28%), já justificada pelo aumento das taxas de comparticipação aplicadas relativamente às previstas na ELD inicial.

 
 

EDL INICIAL
 
 
Acção/Medida
Investimento
Dotação
Despesa Privada
3.1.1921.2516%446.8076%474.4446%
3.1.23.393.47022%1.340.42119%2.053.04936%
3.1.36.786.94045%2.680.84137%4.106.09951%
3.111.101.66173%4.468.06963%6.633.59238%
3.2.12.234.03515%1.340.42119%893.61411%
3.2.21.787.22812%1.340.42119%446.8076%
3.24.021.26227%2.680.84137%1.340.42117%
TOTAL15.122.923100%7.148.910100%7.974.013100%
 
 

EDL FINAL
 
 
Acção/Medida
Investimento
Dotação
Despesa Privada
3.1.1314.6732%180.6772%133.6962%
3.1.25.929.85838%4.026.69241%1.903.16733%
3.1.33.111.70020%1.807.76318%1.303.39723%
3.19.355.93160%6.015.13161%3.340.79958%
3.2.12.413.76016%1.435.69315%978.06717%
3.2.23.764.66924%2.356.06324%1.408.60625%
3.26.178.42940%3.791.75639%2.386.67342%
TOTAL15.534.360100%9.806.887100%5.772.473100%
 
 

Considerando a ELD final verificamos que foi atingida uma execução em termos de investimento, dotação e despesa privada de 90%, 86% e 96%, respetivamente, conforme se pode observar no quadro seguinte.

 
 
Acção/Medida
Investimento
Dotação
Despesa Privada
3.1.1313.785100%180.324100%133.461100%
3.1.25.415.62791%3.220.70080%2.194.928115%
3.1.32.835.67091%1.64217291%1.193.49892%
3.18.565.08392%5.043.19684%3.521.887105%
3.2.11.854.34677%1.105.70277%748.64477%
3.2.23.557.1194%2.303.5598%1.253.55689%
3.25.411.45758%3.409.25898%2.002.19960%
TOTAL13.976.84090%8.452.45486%5.524.08696%
 
 

A não execução total deveu-se à desistência em final de programa de alguns Pedidos de Apoio, não tendo havido tempo de os substituir por outros.

No entanto, se considerarmos a ELD inicial verificamos que na execução, conforme atrás referido, houve uma redução no investimento em -8%, mas em termos de Medidas houve, uma aumento na 3.2 (+35%) e uma redução da 3.1 (-23%), sendo que a ação 3.2.2 teve uma aumento de quase 100% e a 3.1.2 de 60%, tendo sido reduzidas as ações 3.1.1, 3.1.3 e 3.2.1 em -66%, -58% e -17%, respetivamente. No entanto, em termos de dotação, houve acréscimos na dotação de 18%, devido aos acréscimos nas ações 3.1.2 e 3.2.2 de 140% e 72%, respetivamente. Inversamente, nas ações 3.1.1, 3.1.3 e 3.2.1 houve uma redução da dotação de -60%, -39% e -18%, respetivamente.
Estas variações deveram-se essencialmente ao tipo de investimentos procurados pelos agentes do território que fizeram uma grande aposta na criação / manutenção de microempresas e na criação / reforço de respostas sociais necessárias e com maior procura por parte da população.
Em termos de investimento privado houve uma redução global de -31% em virtude do aumento das taxas de apoio relativamente às previstas em fase de elaboração da ELD em virtude das dificuldades no acesso ao crédito e à conjuntura internacional que não estimulava o investimento.



 
 

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